Olá NotFounders, como cês tão? Sentiram saudades do 404? Acharam que o blog tinha acabado? Bem... Foi quase, mas como os outros autores deste blogue voltaram a postar, isso me incentivou a voltar postar também :) Entretanto nem se animem muito, estou sem muito tempo, pois chego em casa somente a noite e cansado e com eu -TV- era o principal "postador", o 404 ficará muito mais dependente dos outros autores - GBRP, Lucas e Fireluq, que eu não faço ideia de quem seja. ééé rapá ser dono de multinacional é assim, nem sabe quem é o funcionário.
Sem mais delongas, leiam mais este conto genial perceberam que eu só trago coisas geniais para vocês deste autor que eu tenho muita vontade de ler.
Música
Listas, Conheça novas bandas, resenhas e muito mais de Rock à Metal... e de vez em quando outro gênero
Cultura Nerd
Lord of the Rings, The Hobbit, Star Wars, Curiosidades, aleatórios e muito mais sobre a Cultura Nerd
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Perturbação: Conto - Óleo de Cão.
Sim, é um Ctrl+C Ctrl+V maroto daqui óóóó. E não, nem fiz questão de alterar alguma coisa, masssssss isso é por causa da ansiedade de postar algo aqui neste local inóspito, e também por causa da ânsia de compartilhar esta genialidade com vocês. Não tem nem como definir esta sátira, tenebrosa, cabulosa... Perturbadora. Realmente um conto que você deve ler, confira.
Perturbação: Conto - A Última Pergunta
Olá seus lindos e suas lindas é rapá o 404 tem uma boa parcela de audiência ocupada pelas molieres Mas já respondendo a possível pergunta. Não, eu ainda não voltei das minhas férias. Estou postando isso, porém, por causa de uma leve indireta bem coisa de orkut mesmo do GBRP que me fez a perguntinha: " Você não vai postar Filho de uma Cadela Manca?!" Bem para não deixar o meu amigão do peito triste, resolvi trazer a coluna Pertubação de volta.
Sim, novamente é conto, mas lembrando que a coluna Pertubação é o lugar das postagens de terror que não foram postadas nas sexta-feiras 13, ou seja, aqui pode aparecer títulos do tipo:"Imagens perturbadoras da Deep Web"; "Imagens perturbadoras da Suface Web"; "Músicas Perturbadoras"; "Filmes Perturbadores"; e mais o caralho à quatro de Perturbador.
Chega de enrolação, veja sá bagaça.
[Pequena] Crônica #15:A morte do Papai Noel [+16]
Carai, eu esqueci do natal! Eu já havia escrito esta crônica faz tempo.
- Pq +16 T.V Ainnnnn tem foto de putaria?
Não, jovem NotFounder. Não tem foto, porém tem palavras. E eu sei que você tá pouco se fudendo pra isso, mas tem papai e mamãe que proíbe seus mimadinhos de lerem palavrão Caralho! então para tirar a responsabilidade de mim, consequentemente do blog também, eu coloco o aviso, assim se der alguma trata a culpa é SUA!
Mas o que demais você vai ler, ou não. O de sempre: Violência explicita, palavrão, baixaria, putaria, sangue, morte, Papai Noel, sexo. Só coisa que deixa a história mais interessante.
E por quê eu coloquei essas coisas em um conto natalino, onde deveria ser algo feliz, agradável e amável? Porque eu quero Porra! Esse blog é meu e ninguém vai me censurar! Só o GBRP vai entender esta afirmação hahahaha.
E não se preocupem o título não é um spoiler do conto e ele é curtinho, você lê em dois palito, então não tenha preguiça seu Alinhadinho! Ah, e o conto é de comédia, apesar do final, talvez tenha a mínima chance de você rir.
Boa leitura.
Foi feita uma pesquisa para mostrar quem era o personagem de
contos de fadas mais amado e o resultado foi que Papai Noel é a figura
imaginária mais amada entre as crianças. Segue a lista:
1º
- Papai Noel
2º
- Coelhinho da Páscoa
3º
- Fada dos dentes
4º
- Bicho Papão
5º
- Bruxas
6º
- Alice (País das maravilhas)
7º
- Cinderela
8º
- João e Maria
9º
- Chapeuzinho Vermelho
10º
- João (Pé de feijão)
11º
-...
No pólo Norte:
Alguém bate na
porta do iglu do Papai Noel, Rudolf vai atendê-la.
- Oláaaa, Coelhinho!
– fala Rudolf com sua aguda e irritante voz
- Cala a boca –
colocando sua KSG, espingarda 12 de modelo pump-action, na boca do Rudolf – seu
MERDA!
O Coelhinho puxa o gatilho e os miolos da homossexual rena
saem voando junto com seu cérebro. Os duendes, ajudantes do Papai Noel, olham
assustados para os grandes e vermelhos do coelho. Os mais fracos saem correndo
e gritando feito viadinhos campeiros no dia da chegada da primavera. Um pequeno
grupo de quatro duendes armados com ACR, fuzis de assalto de alta precisão,
posiciona-se em postura de ataque.
- Para trás seu coelho fumador de maconha.
- E maconha se fuma?
- Normalmente sim.
O coelhinho olha para seu braço, olha para os duendes, puxa
uma seringa que estava em seu braço.
- Droga – o mamífero
olha para trás – Bicho Papão, seu imbecil, por que não me falou que maconha se
fumava?
- Ah, cala a boca.
Então o monstro chuta o coelho para o lado e com seu Machine
Gun destroça os duendes.
- Pare de falar
merda e vá procurar aquele gordo! – grita o Bicho
- Divirta-se com o
resto dos duendes.
Enquanto o coelhinho subia as escadas para o escritório do
Noel, o Bicho Papão continuava a matar o resto dos duendes.
- Olha mamãe, sem
as pernas – gargalhadas. – Foge não sua anã. – e mais gargalhadas do Bicho
Papão.
Então o coelhinho da Páscoa arromba a porta e depara-se com
o Papai Noel pelado em sua cadeira.
- Ahhh! – com tom
repulsivo – Noel seu velho escroto! – grita o coelhinho
Uma garota ruiva alevanta sua cabeça com a boca lambuzada de
saliva.
- Ahhh! – com tom
repulsivo – Ariel sua prostituta! Eu bem que suspeitei assim que vi uma calda
de peixe gigante atrás dessa mesa.
Neste instante o Noel saca da gaveta de sua mesa uma Magnum
e aponta para o coelho, cujo faz o mesmo. Depois de alguns segundos de silêncio
de enfrentamento.
- O que você quer,
dentuço? – pergunta papai Noel.
A pequena sereia, Ariel começa a rastejar-se para longe, mas
Noel pega-a pelos cabelos a traz de volta e a coloca com a cabeça entre suas
pernas.
- Nada disso, sua
puta. Você vai ficar aqui. Agora CHUPA!
- Mais espere há
outra calda de peixe aí. – questiona o animal símbolo da Páscoa
Então um homem de cabelos grisalhos de alevanta do mesmo
jeito que Ariel.
- Ahhh! – com tom
repulsivo – Poseidon seu viado enrustido!
- E daí? – saindo
da sala – Um deus grego com fama de comedor não pode experimentar novas
sensações?
O coelho fica boquiaberto com situação.
- Noel, lave bem
meu tridente antes de devolver. Não o quero cheirando bosta quando for ensinar
a Legolas a profundidade do meu fosso. – avisa o deus grego.
Assim que Poseidon sai e fecha a porta, a discutição
reinicia.
O coelho vai até a
mesa de Noel.
- Então quer
dizer que você ficou em primeiro na pesquisa dos mais amados
- Está com
inveja?
- Inveja? Não.
Só entrei aqui fudendo com tudo e não estou com inveja. Durante anos eu não
estava nem aí para você, seu gordo de pau pequeno. – a Ariel ri.
- Não ria vagaba!
– Noel atira na cabeça da sereia, levando-a a óbito.
- Mas saiu
desta pesquisa e agora eu quero ser mais o amado então você precisa sair da
lista para sempre.
O dentuço pegou Noel,
pela sua longa barba branca e o leva arrastado até a janela e o deixa com a
cabeça baixa, mas com a bunda para cima.
- Você não vai
conseguir me arremessar daqui, idiota!
- Eu não, mas
meu amigo sim. VEGETA!
Vegeta entra no escritório correndo e chuta o cu do Papai
Noel, que cai em seu quintal, o bordel do Peter Pan que tinha como estrela da
noite a fada Wendy.
Agora que Papai Noel morreu, o Coelhinho da Páscoa é o
personagem mais amado pelas crianças e agora no natal temos brinquedos de plástico
que vem dentro de um ovo de chocolate chamado Kinder Ovo.
Crônica #14: Fugitivos de Falwer - Parte 4
Bom Dia NotFounders! Como cês tão? Bem? Ótimo, que continue assim. Mal? Ora... não chore. O Titiu Virso vai ajudar vocês a melhorarem o seu humor. Como? Com a continuação da nossa aventura, que eu parei de escrever faz tempo e só tô postando o que já tinha e daqui a pouco não vai ter mais e eu vou ter que começar outra crônica, porque eu só preguiçoso e não termino as minhas histórias. Nossa, esse foi o maior off já feito aqui no 404.
O.K Perdidos vocês já sabem como funciona: Se esqueceram da história tá aí a PARTE I, a PARTE II e a PARTE III. Cliquem aí em "mais informações" e boa leitura.
O.K Perdidos vocês já sabem como funciona: Se esqueceram da história tá aí a PARTE I, a PARTE II e a PARTE III. Cliquem aí em "mais informações" e boa leitura.
5 Contos dos mestres do terror
MUAHAHAHAHAHAHAHAHA!! Finalmente chegamos a segunda leva do infanto-rituais-pceudo-satânicos. E como melhorar o seu rito? Conte alguns contos de terror para seus "irmãos da irmandade from hell". Mas pode ser qualquer conto? Não... Claro que não. Tem que ser um conto de qualidade, tem que ser um conto dos mestres do terror. Confira aí alguns contos que você pode contar de forma continua sem nenhum corte para fazer seu consciente contrastar-se com a complexidade do conto contado e de seus componentes.
Crônica #13: Fugitivos de Falwer - Parte 3
I'M BACK! Sim, meus queridos leitores (?) eu tenho leitores? Depois de muito tempo, mais ou menos duas semanas sem actualizações o blog está de volta. Eu não quero me enrolar portanto não irei. Breve explicação do sumiço: Eu estava de saco cheio!
- Mas de quê T.V?
Sei lá! Eu sou um adolescente mimado que quando as coisas não são como eu quero, eu fico puto. Foi uma boa explicação? Na real... Eu realmente estava puto, mas porque é final de ano, então sabe como é. Provas, recuperações, problemas familiares, tentativas frustradas de mudar de cidade e mais algumas coisas. Coisas que me impediam de postar. E por mais vadio que eu seja, sendo assim tenho muito tempo, a minha mente não estava para o blog. Ainda não está... Mas mesmo assim alguém tem que levar essa budega pra frente, por mais que essa carroça chamada 404 tenha 4 autores.
OK CHEGA DESSA MERDA! ESSE É UM BLOG DE ENTRETENIMENTO E NÃO UM DIÁRIO!
Clique na merda deste botão (...mais informações) e continue de ler a saga desses 4...ou 5, nem eu me lembro, aventureiros porra louca lá no quinto dos inferno.
E como é lógico, você não se lembra da história, então segue o link da PARTE I e PARTE II.
Perturbação: Conto - O ovo
Olá Não-Encontrados! É parece que deu certo. O primeiro post "Pertubação" recebeu um bom número de views, isso sem ter o nosso marketing no Face, aliás o GBRP que é o responsável pela página, não tá trabalhando, aquele fídumaputa, ou seja a galera clicou, porque, realmente, ficaram interessados.
Caso você não saiba do que eu estou falando, CLIQUE AQUI, e dê uma leve regurgitada.
Bem... este conto não fará você passar mal, como o anterior, mas fará você ficar pensativo.
- T.V eu quero é rever meu almoço e não bancar de filosofo!
Calma, jovem. Se você pensou, cogitou, considerou, discorreu, meditou, ponderou, matutou, racionalizou, refletiu ou ruminou sim, todos estes verbos existem esta frase, você, com certeza, não conhece o significado de pertubação. Os contos que trarei aqui, tem como objetivo, tirar o seu sono de alguma maneira, seja por inquietação ou desgosto. E é isso que você sentirá quando terminar a leitura. Você ficará inquieto...bem...talvez, né? Talvez, você só leia isso e diga - Que bosta!
Mas sem mais enrolações, fiquem com o conto e, claro, o clipe.
Perturbação - Conto: Vísceras
Daew NotFounders... Hoje eu não sabia o que postar. Então lendo o Literatortura me deparei com o post - "Vísceras: O conto mais perturbador que você lerá em sua vida" - obvio, fiquei interessado. E quando terminei a leitura somente uma frase percorria minha mente - Chuck Palahniuk é um gênio! - Mas provavelmente você discordará de mim quando, ou se, terminar a leitura do conto. Até mesmo me achará louco. Foda-se, é exatamente isso que quero que as pessoas pensem.
Resumindo, este conto está no livro Assombro, e já levou 67 pessoas ao chão... Sim, elas desmaiaram.
- Então é forte, T.V?
MUITO! Realmente não recomendo para pessoas que se impressionam fácil; que não gostam deste tipo de literatura, ou para aquelas de estomago fraco, porque caso você não desmaie, com certeza, uma leve regurgitada você terá.
Vou deixar novamente o link do post para vocês entenderem melhor a história desta obra-de- arte.
Agora vamos ao conto.
Crônica #11: Fugitivos de Falwer - Parte 1
Daew NotFounders! Sim, os contos voltaram. Bem... Diferente das últimas crônicas, esta é um conto, ou seja, uma história de ficção, assim como as que você lê num livo, mas menor.
Fugitivos de Falwer é uma típica para não dizer genérica história sobre o tema Fantasia Medieval, as famosas pelos jogos de RPG. Como está escrito no título esta é somente a parte 1, então virá mais no futuro. Se gostar da história não se esqueça de comentar... pra incentivar, sabe como é.
Em uma taverna cheia, muitos bêbados dormindo encima das mesas, um musico fazia um show com seu alaúde com tanta energia que até os ainda tinham o mínimo de noção de seus atos cantavam e dançavam juntos. Em uma mesa mais ao fundo havia nossos quatro aventureiros. Ehender, o mago rabugento; Jinder, o bárbaro romântico; Mândavel, o ladrão inteligente e Zyu, o monge boêmio.
Fugitivos de Falwer é uma típica para não dizer genérica história sobre o tema Fantasia Medieval, as famosas pelos jogos de RPG. Como está escrito no título esta é somente a parte 1, então virá mais no futuro. Se gostar da história não se esqueça de comentar... pra incentivar, sabe como é.
Fugitivos de Falwer
Escrita e criada por T.V
Em uma taverna cheia, muitos bêbados dormindo encima das mesas, um musico fazia um show com seu alaúde com tanta energia que até os ainda tinham o mínimo de noção de seus atos cantavam e dançavam juntos. Em uma mesa mais ao fundo havia nossos quatro aventureiros. Ehender, o mago rabugento; Jinder, o bárbaro romântico; Mândavel, o ladrão inteligente e Zyu, o monge boêmio.
A filha do taverneiro que trabalhava como garçonete trazia
para eles um grande e suculento porco recheado.
Quando Dak, a garçonete põe o porco sobre a mesa recebe um
tapa em sua bunda de Zyu.
A véia crente e o metaleiro
A busca por um mundo melhor e menos preconceituoso... Claro, somente para mim.
É do conhecimento de poucos de vocês, mas eu sou um infanto-satanista. Não que eu leve o meu visual muito a sério... na realidade, eu não levo a sério a mesmo... na realidade mesmo: Eu não levo nada a sério, porém sustento algumas camisas de bandas e acessórios, apenas por eu achar bonito e tals... e não para dizer - "Olha eu sou Rockstar, Sou foda". Essa típica frase que eu ouço muito de pceudo-metalheads. Masss.... continuando com a crônica.
Hoje eu estava trajando uma vestimenta de metaleiro, camisa do Slayer e um crucifixo com um pentagrama, até que não era nada demais. Por eu ter jogado vídeo game quase a tarde inteira, meus olhos estavam levemente vermelhos. Sim, como se eu tivesse acabado de terminar um baseado.
Para voltar para casa, da forma mais trabalhadora que exite, peguei o ônibus das 18h. Lotado. Assim que entrei uma velha crente, não é preconceito é fato mesmo, se benzeu. Fez o sinal da cruz, chamou por Jesus, me olhou como se eu fosse o próprio Satã. Cara... Eu senti medo. Só faltava ela jogar água benta em mim. Talvez só faltasse a água, porque vontade era o que não faltava. Pensei - "É hoje que vou tirar o preconceito de crentes comigo". Aproveitando que não havia espaço do outro lado da catraca, fiquei ali mesmo, na área de assentos preferenciais.
Outro fato sobre mim é que tenho uma voz bastante grave, grossa se preferir. Isso muitas vezes é visto, neste caso ouvido, como algo bom, agradável, mas tem outras vezes que acaba assustando as pessoas.
- Para de se achar T.V!
Não tô me achando, eu posso provar. As pessoas não se assustam propriamente com minha voz, mas sim com a falta de costume de ouvir um tom baixo. Continuando...
Tinha dois bancos na frente dessa velha crente, um estava ocupado por um simpático senhor e o outro vazio. Fui até este senhor e pedi da forma mais educada possível a permissão de se sentar ao seu lado, sempre com um sorriso no rosto. Da forma como falei e de como a velha me olhou foi claro que ela notou que pelo menos UM metaleiro no mundo não era mal educado.
A viagem seguiu e uma ou duas quadras depois o senhor que estava sentado do meu lado saiu, e eu fiquei sozinho. Mais alguns minutos, duas senhoras entraram no ônibus. Então novamente, da forma mais educada possível, me alevantei e ofereci os bancos para elas.
- Ah T.V você estava no assento preferencial, você tinha que oferecer os bancos.
Não, leitor. Aqui onde moro, ninguém irá fazer nada caso você não ofereça o banco. Tanto que havia outros dois adolescentes, também, em bancos preferenciais que não deram seus assentos para uma mulher grávida. Isso do outro lado da catraca, tá?
Quando as duas idosas sentaram, olhei em redor do ônibus e vi que não somente a velha crente ficou surpresa com minha atitude, mas também o cobrador e outros passageiros mais próximos também pareciam ter ficado surpresos, ou mais ou menos com uma cara de - Como assim? Ele ofereceu o banco? Tá serto issu?
E na hora que fui descer, o ônibus ainda estava cheio, fui pedindo com licença e desculpas em alto e bom som. E sempre sorrindo. Não que eu nunca sorria. Mas é que normalmente você só verá um sorriso em mim quando alguém esta sofrendo, ou eu estou sendo sarcástico e irônico. E isso irrita as pessoas, o que me faz sorrir mais ainda :)
Não vou ser hipócrita de dizer que sou sempre assim. Muitas vezes ofereço o meu banco para outra pessoa, mas em outras vezes não. E que sempre peço com licença e desculpas, normalmente sim, mas se não sair da frente, ou eu estiver estressado, empurro mesmo.
Bem... Esse tipo de atitude de ser bem educado e gentil sempre é de forma espontânea em que faço, a diferença desta vez das outras é que eu fiz com um objetivo - o de tirar o preconceito da velha crente, e parece que não adiantou... Foda...
Eu tendo a ser alguém gentil e carinhoso, mais quando estou vestido como um legitimo metaleiro, sou gentil e carinhoso em dobro.
Coletânea de Crônicas de Terror [Especial Sexta-Feira 13]
Hoje o dia está rendendo, não? Foram várias postagens em relação ao terror, isso para a comemoração(?) da Primeira Sexta-Feira 13 do ano.
Inspirado pela postagem abaixo, um conto de terror, estou trazendo nesta uma coletânea de Crônicas (Sim, eu sei que na verdade são contos, e a classificação "Crônica" é errônea) aqui do 404. Quem acompanha o blog a mais tempo, lembra que antes as Crônicas, antes, eram semanais. Até hoje foram publicados um total de 11 contos no 404, dentre estes 11, cinco são de terror. E como a maioria foi publicado no inicio do blog, muitos de vocês não leram, e para resolver este impasse, segue abaixo todos estes cinco contos de terro, já que estou aproveitando a data para divulgar nossos textos, meu e do GBRP.
Os contos (Crônicas) aqui têm cenas fortes e de mal-gosto. Caso você seja uma pessoa sensível, ou não se sinta confortável com esse tipo de leitura, por favor não click no link para ler mais.
OBS: Os contos aqui não estão com as imagens, somente texto, isto devesse ao fato de... É... de... não sei :)
Inspirado pela postagem abaixo, um conto de terror, estou trazendo nesta uma coletânea de Crônicas (Sim, eu sei que na verdade são contos, e a classificação "Crônica" é errônea) aqui do 404. Quem acompanha o blog a mais tempo, lembra que antes as Crônicas, antes, eram semanais. Até hoje foram publicados um total de 11 contos no 404, dentre estes 11, cinco são de terror. E como a maioria foi publicado no inicio do blog, muitos de vocês não leram, e para resolver este impasse, segue abaixo todos estes cinco contos de terro, já que estou aproveitando a data para divulgar nossos textos, meu e do GBRP.
Os contos (Crônicas) aqui têm cenas fortes e de mal-gosto. Caso você seja uma pessoa sensível, ou não se sinta confortável com esse tipo de leitura, por favor não click no link para ler mais.
OBS: Os contos aqui não estão com as imagens, somente texto, isto devesse ao fato de... É... de... não sei :)
Contos Celtas
O Viajante
escrita e criada por GBRPlayer
escrita e criada por GBRPlayer
Pelos longos campos das terras baixas cavalgavam muitos
viajantes, um campo verde com muitos arbustos, uma pequena cabana abandonada e
destruída pelo tempo que servia de parada para pernoitar, rodeado de montanhas
de cumes congelados, era o lugar mais belo de todas as regiões daquela era, um
berço colossal de uma espécie de javalis raros, com presas enormes.
| javali das planícies |
Um viajante
em especial cravou seu nome na história daqueles campos de comércio, era um
exímio lutador com ótima pontaria, sua habilidade era incrível, era solitário e
cavalgava em seu grande e negro cavalo de patas claras. Ele defendia os pobres
viajantes de vilarejos dos ladrões que saqueavam os comboios, a velocidade de
seus ataques era de surpreender qualquer um, em poucos minutos era capaz de
derrubar um grupo de até cinco ladrões, era incrível vê-lo em batalha.
| O Viajante |
Sua vida
era simples, defender apenas comerciantes, até que em uma festa do
solstício de verão, que era realizada na pequena vila ao extremo do vale,
sentado próximo ao fogo e como sempre sozinho bebia um grande caneco de
Hidromel, uma bebida feita de mel e gengibre que poderia derrubar o mais forte
cavaleiro se tomado em excesso, quando um homem entrou correndo no grande
salão, com o rosto banhado em sangue e com as roupas esfarrapadas,
identificadas com o brasão da vila, pedia socorro
- A Guilda dos Ladrões voltou,
eles estão se aproximando da vila!- após gritar mais algumas palavras caiu
morto ao chão.
O viajante que estava ao lado do fogo já com a espada em punho,
deu um último gole e saiu correndo através das grandes portas pesadas de
madeira da taverna. Naquela noite a vila foi vitoriosa, o homem havia derrotado
boa parte de guilda quando os guardas chegaram para ajudar, com muitos cortes por
todo corpo o homem foi levado a uma estalagem para que cuidassem de seus
ferimentos o que ocorreu em vão, ao clarear da manhã o homem jazia em seu
leito, para ele foi oferecido um funeral digno de um rei e após a cerimônia
fúnebre foi celebrada uma grande festa em sua homenagem em memória de suas
vitórias, seu legado ficaria para sempre naquela vila.
| Lápide do Viajante |
MEUS DEUS! TÁ NEVANDO!
Realmente é necessário?
escrita e criada por T.V
Eu estava viajando para Florianópolis nestas férias de inverno. O fato de ter que que viajar sozinho já me incomodava. Não porque eu seja tímido ou algo parecido, mas sim pela grande possibilidade de ter alguem que eu não conheça sentada ao meu lado. Já parou para pensar nisso: PESSOAS; ALGUÉM PODERIA FICAR DO MEU LADO. Que coisa repugnante. É por isso que eu odeio o mundo - tem gente nele. Então se pelo menos alguém que eu soubesse o nome já estaria de bom tamanho. O.K continuando com sáporra.
A porcaria do meu ônibus era pinga-pinga e mesmo que não tenha sentado ninguém do meu lado até agora ainda teria que agonizar na esperança de que nas outras cidades ninguém tivesse comprado a passagem de número 17... ou 18. Não lembro.
Passamos pela ultima cidade, já havia anoitecido e estava muito frio, e ninguem sentou do meu lado. GRAÇAS A DEUS. Com o passar das horas esfriou ainda mais e mais, até que derrepente o ônibus começou a parar. Por quê? Olhei pela janela e vi que vários carros estavam parando no acostamento e alguns, não era um, mais vários, imbecis estavam parando no acostamento com a traseira do carro BR, o que fez o motorista parar e buzinar para que os mestres da direção tirassem os carros da estrada. Neste meio tempo até todos retirarem a traseira de seus veículos da estrada, o frio se intensificou ainda mais e é claro nevou. Até ai tudo bem, mas só foi uma idosa gritar - AI MEU DEUS! TÁ NEVANDO - para a merda começar.
Eu não tenho problemas com as pessoas ficarem emocionadas com este tal fenômeno, mas realmente é necessário tal escândolo... Num ônibus? Com isso 88,52% dos passageiros começaram a ligar pra a família para contar que estavam vendo neve. Até ai tudo bem (de novo), mas a bentida velha que berrou achou que tinha o direito de falar mais alto que todo mundo. E as pessoas que não estavam escutando começaram a falar mais alto, depois a velha mais e depois outras pessoas mais alto ainda. PUTA QUE PARIU! Eu só queria dormir e não conseguia porque estava acontecendo um campeonato de berros no ônibus... de viagem... da Reunidas. Se eu tivesse lá eu não acreditaria.
Depois daquele frenesi a viagem seguiu tranquila... até duas crianças começarem a discutir quem já tinha vomitado mais...
Crônica #10: Steamcyberpunk - pt.1
Steamcyberpunk
escrita e criada por T.V
No condado de Mávristone havia dois chefes que comandavam. Ezim e Moloth, que eram irmãos e viviam pacificamente até a descoberta de Core, uma pedra negra com faixas finas na cor púrpura. O condado recebia tal nome por causa da cor da terra, totalmente escura e o rio que tinha as águas negras. Winther Falchys era um cientista que vivia no condado e resolveu estudar o solo então descobriu o core. Em uma noite de chuva forte, um raio caiu no telhado de seu laboratório. A carga energética percorreu por toda a parede de metal do laboratório e atingiu uma amostra de Core que estava no microscópio de Falchys. Houve uma explosão que fez Winther se alevantar. Quando chegou ao laboratório para ver o que estava ocorrendo, viu que Azz, seu robô auxiliar, que era movido por vapor e engrenagens, estava ligado com uma “luz” muito forte da cor azul que mais parecia uma linha de energia. Impressionado, Winther direcionou a energia que saia em forma de raios de Core para o seu outro ajudante, Zingzi, que também ligou.
![]() |
| Azz e Zingzi |
No dia seguinte o cientista levou a sua pedra até os dois
chefes e demonstrou a corrente de energia em seus robôs auxiliares. Moloth,
surpreso com a descoberta faz a proposta de estudar e desenvolver a nova
energia assim é criado a Armagaz, uma zona de estudos e testes para o Core,
como foi nomeada a energia. Dois meses depois, uma nova categoria para o Core
foi criada, a cibernética e já estava sendo usada em alguns poucos equipamentos.
Um dia, os cientistas estavam fazendo um teste para ver a reação do acumulo de
Core, o que agravou em uma explosão gigantesca dizimando praticamente metade do
condado, acabando com a fauna e flora.
Com o ocorrido e milhares de mortes. Ezim e Moloth brigaram
e dividiram o condado. Ezim ficou com a parte que ainda restava alguns recursos
e defendia a abolição do Core e que a antiga tecnologia do vapor retomasse, ele
continuou com o condado de Mávristone. E Moloth ficou a parte dizimada do
condado e defendia o Core como fonte de energia, ele fundou o condado de
Coresert.
A explosão não acarretou somente na destruição do local,
mais também com um ar muito forte e poluente que era chamado de Foulco. Este ar
gerava nas pessoas a doença Carmecercentrimina ou simplesmente Câncer, que
dificultava e muito a respiração, obrigando as pessoas a usarem uma mascara que
cobria totalmente o pescoço e subia até o final do nariz, tapando assim a boca.
Mais esta máscara era apenas uma parte do
Dionx que era um sobretudo preto que tinha um galão de Mortem( JO2)
, o J é de Falgênio, um gás sintético que foi desenvolvido para erradicar os
sintomas do Câncer, que ficava preso nas costas e a tal máscara era a lapela do
sobretudo.
![]() |
| Máscara Dionx |
A divisão dos estados ocorreu em 01 de Novembro de 1831 e
tornou-se data comemorativa mais esperada do ano, o chamado Dia da
independência.
ҖҖҖҖҖ
Os Moligat são uma família que vive em Coresert. Trabalham
na área Farmacêutica tendo a empresa Exanimis, à única que produz o Falgênio, como
fachada para seus negócios externos de contrabando de recursos, seja de
Coresert para Mavristone ou vice-versa.
Eles
fazem parte da Royal Aíma, a classe nobre e dominadora de Coresert. Por fazerem
parte da Comitiva de Greail Mastes, o responsável pelo controle da entrada e
saida de pessoas em Coresert, eles tem a facilidade de entrar e sair a hora que
precisarem. Legalmente eles apenas vão para Mavristone para recolher Oxigênio
para produzir o Mortem, mas os Moligat também fazem o contrabando de recursos,
comida e água para os habitantes de Coresert e o contrabando de tecnologia
cibernetica para os habitantes de Mavristone.
Aldatore Moligat é o chefe e fundador da família. Salvatore
é o irmão mais novo de Adatore e assumiu o cargo de capo logo após a morte de
Casmi, sua esposa, por decorrência do Câncer. Ólithi e Brolithi são gêmeos,
filhos de Aldatore e trabalham como Consigliere. Òlithi é formado em direito e
é o advogado da família e Brólithi é formado em economia e é o contador da
família. Por serem idênticos, inclusive na personalidade é muito comum serem
confundidos. Pázzio é o filho mais novo de Aldatore. Pazzio era uma criança que nasceu em
Mavristone e foi abandonado pela família. Um dia fugindo da policia por ter roubado
as jóias de uma dama acabou atravessando a fronteira e foi parar em Opus Mundi, o
quarteirão o qual pertencia aos Moligat, foi adotado por Aldatore. Pazzio nunca
foi bem vindo pela família e era tratado como capacho de seus outros irmãos.
Por ter repúdio de matar, Pazzio foi colocado como soldado para que assim ele
torna-se um homem feito ou morresse.
O pai de Aldatore e Salvatore era um ladrão e tinha como
marca registrada a falta de seu dedo mindinho que foi amputado de propósito
para que pudesse colocar sua chave mestra no lugar e tivesse mais agilidade e
velocidade na hora dos arrombamentos. Para preservar a marca do pai, todos os
membros dos Moligat tinham seus mindinhos amputados e colocados uma chave
mestra cibernética no lugar. Assim como um distintivo, a chave era um sinal de
autoridade, nobreza e respeito dentro da sociedade de Coresert.
Todas as fechaduras dos Moligat eram um tubo grande onde
cabiam suas mãos e lá era reconhecido o formato da chave e os elementos que a
componham. Além de energia de core, a
chave também era feita com MGT, um elemento sintético exclusivo da família que
tornava impossível a falsificação da chave.
Em 01 de novembro de 1929 estava acontecendo à comemoração
do feriado. Assim como todos os anos, os lideres de cada condado se reuniram na
fazenda de Divin, o último lugar habitável entre as fronteiras dos condados,
para promover a boa imagem de paz entre eles que não entravam em guerra desde
1910.
Os Moligat odiavam esta data, pois a segurança para
atravessar de um condado para outro aumentava e muito e tornava as transições
de materiais mais lentas.
A cidade de Mávristone por ter continuado com a tecnologia
de vapor, produzia muita fumaça e isso tornava o céu sempre com uma cara de
sujo e dia ensolarados eram raros e aproveitados ao máximo pela população
quando apareciam.
Por causa da necessidade de produzir vapor, Mávristone foi
aos poucos perdendo suas árvores e nesses locais começaram a surgir grandes
desertos, isso fez com que os Moligat perdessem uma porcentagem de seus lucros,
pois a madeira era muito requisitada pelos milionários de Coresert para a
produção de seus móveis.
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| Deserto de Mávristone |
![]() |
| Bar subaquático |
Procurando por informações sobre outra área para o
desmatamento, Ólithi acabou entrando em um bar subaquático e conseguiu comprar
algumas informações com um sujeito que portava uma máscara, usava um sobretudo
preto e uma cartola.
O sujeito falou sobre uma vila que ficava encima de uma
montanha rica em
vegetação. Mas eles não poderiam simplesmente chegar lá e
pegar a matéria-prima, pois um velho veterano de guerra morava lá e era o chefe
daquela área de proteção ambiental. ![]() |
| Vendedor de informações |
Descoberto uma nova floresta, a família Moligat vai em
direção norte do condado para falar com esse “chefe da área de proteção”.
ҖҖҖҖҖ
Os Moligat não podiam simplesmente perguntar a qualquer um
sobre uma nova floresta, pois nenhum dos lideres dos condados sabiam dos
trabalhos de contrabando que a família fazia e caso a verdade caísse em más
línguas eles poderiam ser presos e executados em praça pública.
Para evitar confusões e burocracias, claro mesmo eles sendo
pegos em flagrante, eles não seriam presos, mas daria muita dor de cabeça até
consegui abaixar a poeira e limparem seus nomes, e para isso preferem o
anonimato. Qualquer pessoa civil poderia falar aonde eles poderiam encontrar
uma floresta novinha, mas todos tinham medo, a policia era competente e
rigorosa, apenas alguns homens, igual aquele sujeito, que normalmente eram
encontrados em bares davam, ou melhor, vendiam essas informações.
ҖҖҖҖҖ
Já pensando no que o homem havia dito, os Moligat vão até as
instalações de Magnus Ex para pegar um zepelim, a maneira mais rápida de viajar
nos céus, no lado do condado de Mávristone, em Coresert havia outras formas bem
mais eficientes.
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| Magnus Ex |
Magnus Ex é uma base militar construída nas primeiras
guerras entre os condados. Ela surgiu com o intuito de servir de fuga para os
cidadãos caso eles perdem-se a guerra. No começo era apenas mais uma base aérea
com alguns poucos prédios e casas. Em 1845 estourou a guerra do Sangue Frio,
onde o condado de Coresert invadiu Mávristone enquanto o tratado de paz estava em rigor. Isso fez com
que Mávristone tivesse uma derrota rápida, sangrenta e bruta. Forçando milhares
de pessoas a fugirem para Magnus Ex. Durante os anos seguintes Magnus Ex
cresceu tanto quanto uma cidade e com a economia forte novamente, Mávristone
invadiu Coresert em 1900 estourando assim a guerra da Reconquista. Em 1910,
Mávristone ganha à guerra e reconquista seu antigo território.
Magnus Ex voltou a ser uma base militar. Hoje está sob o
comando do General de brigada, Marta Molti-guino, amiga de Aldatore. Por ter um
relacionamento de amizade com a general, os Moligat têm uma “passe-livre” no
Magnus Ex.
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| Marta Molti-guino |
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Crônica #9: Revolta
Olá NotFounders. Está atrasada, calma, eu sei, mas ela está aqui aogra a vossa amada crônica semana que na realidade é um conto, mas como eu tenho estilo e faço tudo ao contrário eu as chamo assim.
Meu irmão
que é alcoólatra trabalha como músico na praça da cidade.
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O inverno está chegando.
A corrida atrás de comida já começa entre os pobres. Logo após comprar um pouco
de ópio para sustentar meu vicio, estou voltando para casa depois de um longo
dia de trabalho na fábrica de construção de máquinas a vapor. Passando pela taverna, encontro meu irmão
mais novo jogado aos porcos como todas as noites. Recuso-me a tirá-lo de lá e
sigo para minha casa. Assim como minha mãe, minha irmã também é prostituta e
antes de sair para trabalhar, ela deixa minha janta encima da mesa.
Nós três vivemos nesta casa, ao norte do centro da cidade, que herdamos de nosso pai. Juntando nossos salários, nós até que poderíamos viver de forma pobre, mas como os impostos que o rei cobra é exacerbado demais, nós vivemos como miseráveis.
Meu irmão
que é alcoólatra trabalha como músico na praça da cidade.

Aldegon
Eu e meu melhor amigo
Aldegon, um jovem ladrão que é sustendo por senhoras ricas por ser seu affaire,
resolvemos roubar uma casa de um duque que havia dado a ordens aos seus guardas
de recolherem qualquer coisa da pessoa até que o valor das mercadorias pudesse
cobrir os impostos.
Aldegon
Mexendo nos baús do duque, encontrei uma pintura que me chamou, e muito minha, atenção. Era minha mãe ao redor de dois homens, um deles era o duque e o outro o rei. Preso na armação do quadro encontrei um envelope e dentro tinha uma carta de minha mãe.
“Caro senhor Diffarir.
Venho por esta carta lhe comunicar que depois de nosso gracioso encontro, sinto que estou grávida.
Não tive relações com meu marido a várias semanas e acabei por concluir que este primogênito que espero pertence ao senhor ou à nossa excelência rei Luiz XVI.
“Sei a que lugar pertenço senhor, mas peço que me dê suporte financeiro para poder criar meu filho.”
“ASS: Connéti Diuxis”
Mostrei a carta para Aldegon e ele confirmou que escutou relatos sobre a história de uma antiga prostituta que havia tido um filho de um nobre quando fazia seus serviços.
Entendi o porquê, meu pai nunca mencionou a causa da morte de minha mãe e o motivo que ele sempre tentava fazer uma revolta contra o rei. Não era por causa dele, ou impostos, ou abusos, mas sim para “vingar” minha mãe.
Depois de pegarmos o suficiente e saímos do castelo do duque, voltei para a fábrica. Fiz a minha rotina e no outro dia quando saía de casa para ir trabalhar, acordei minha irmã e falei sobre o que descobri e mostrei a carta. Falei que eu chegaria até o rei e exigiria meus direitos como príncipe, mas diferente do que pensei, ela não me apoiou e me desencorajou, dizendo que eu poderia morrer se tentasse fazer uma revolta.
Eu nunca me dei muito bem com meu irmão mais novo, porém desta vez eu precisaria de sua ajuda por ele conhecer muitas pessoas e, talvez, algumas delas tivessem o mesmo desejo de tirar o rei do poder.
Depois de alguns dias, consegui juntar um pequeno exercito de 60 pessoas. Começamos a fazer greve na fábrica em que trabalharmos e depois fizemos a destruição do local. Saímos de lá e fomos em direção ao castelo do rei, destruindo tudo que tinha pela frente e sempre gritando – Liberdade, Abaixo monarquia. Ganhamos confiança quando algumas pessoas que estavam na rua começaram a nos acompanhar em nossa revolta. Chegando a frente aos portões reais, todos os guardas já estavam apostos, as bestas já estavam prontas para atirar. Sem temer fomos ao ataque e lutamos bravamente durante horas. Mas não teve como vencermos, eles eram muitos e estavam muito melhor equipados. Tentei fugir, entretanto fui pego e condenado à guilhotina na mesma noite.
Hoje minha história está esquecida e a única coisa que é mencionada é que houve uma pequena revolta naquele dia.
[Longa] Crônica #8: O máscara de ferro [+18]
Kazgo está
queimando os seios de sua mãe com o seu cigarro. Ela grita de dor e agonia.
Tudo em vão. Eles
estão no porão de sua casa e este tem as paredes isoladas com almofadas para
abafar o som e assim ninguém da rua pode ouvir os pedidos de socorro.
Kazgo dá outra tragada e solta à fumaça no rosto de sua mãe
que está de joelhos no chão de pedra com os braços e pernas acorrentados na
parede.
- Isso – fala Kazgo – não é lindo, mamãe? Não te lembra o
papai?
Indurca, mãe de Kazgo, não responde e apenas chora de cabeça
baixa.
- O que foi? Pensei que soltar fumaça no seu rosto te
lembraria ele. Lembra de suas risadas? Tão felizes enquanto me faziam a mesma
coisa que faço com você agora.
ΨψψΨ
Indurca e Thabau são os pais de Kazgo e quando este nasceu
era tratado como escravo por seus pais. Eles viviam na cidade de Esber e a
religião nativa dali ordenava a morte imediata de todo e qualquer criminoso.
Quando um homem era condenado, ele deveria percorrer a cidade usando uma pesada
máscara de ferro que tinha o desenho do rosto de Cáramas, o protetor
divino. Thabau era o juiz da cidade e todos
os dias ordenavam a morte de várias pessoas e era reconhecido como um homem de
honra e respeito na cidade. Por ser muito violento, ele espancava em seu filho
todos os dias e ordenava que sua esposa fizesse o mesmo, ela por temer seu
marido obedecia e maltratava do garoto por qualquer motivo.
Um dia o professor de Kazgo foi condenado por ser
homossexual. Kazgo vendo a caminhada de seu professor com a pesada e
emblemática máscara de ferro, chegando até a ponte, onde ele teria seus
calcanhares amarrados e seria arremessado de ponta cabeça para morrer afogado,
fica com uma raiva excessiva de seu pai. Naquela noite, Kazgo já com 15 anos,
ele vai até o quarto de seus pais e crava uma faca na jugular de Thabau,
levando-o a óbito, e leva a sua mãe para o porão, onde mantém viva.
Thabau sempre exigiu privacidade de todas as pessoas e só
foi dada a sua falta quando um homem foi pego roubando a oferenda da igreja
local.
Mais devido aos constantes assassinatos que começaram a
ocorrer outro juiz teve que ser escolhido.
ΨψψΨ
Kazgo olha em seu relógio, marcava 1h06m da madrugada.
- Nossa – fala Kazgo – está tarde. Tenho que ir pegar nosso
jantar mamãe.
Kazgo vai até seu quarto, veste suas roupa – uma calça jeans
preta grande, um par de luvas de couro preto, uma par de coturnos e sem camisa.
Em todas as roupas tinha o desenho da cruz de Santiago em vermelho forte que se
destacava no preto.
Antes de sair ele vai até a garagem, pega uma faca muito
grande e pontiaguda, uma marreta em que ele pendura no cinto e coloca uma
réplica da máscara dos condenados.
Kazgo não sai em publico de dia, porém de madrugada ele vai
até o supermercado roubar comida, na farmácia roubar remédios.
Esta noite depois de roubar o que precisava, ele voltou para
a rua e fez o que também fazia todas as noites. Ele invadia uma casa aleatória
e matava todas as pessoas que estavam ali.
Nesta noite ele entrou na casa dos Malders. Foi de cômodo em
cômodo para ver quantas pessoas tinham ali. Um casal e uma menina. Primeiro o
casal. Ele subiu as escadas até o quarto do casal. Kazgo pega sua faca e
decapita o homem de forma rápida e precisa, a mulher acorda rapidamente e tenta
fugir, mas assim que coloca o primeiro pé no chão, Kazgo puxa sua marreta e
arremessa na cabeça da mulher que cai e geme de dor no chão. O mascara de ferro
prende os braços da mulher com uma corda na cabeceira da cama.
E a mordaça.
Kazgo abre o zíper de sua calça, pega a cabeça do homem que rolava pelos
lençóis e faz com que tenha um sexo oral. A mulher vomita vendo a cena. O
cheiro de podridão é intenso. O sangue misturado com o suor impregnava o ar.
Kazgo pega um pouco do vomito com a lâmina da faca, tira a mordaça da mulher e
fá-la engolir o seu conteúdo gástrico e após isso corta de um lado para o
outro. O maxilar cai e fica preso pelas linhas musculares.
Kazgo agora estupra a mulher que continua viva. Enquanto faz
a penetração ele segura pelo queixo dela e nisso acaba arrancando-o. A porta
começa a abrir lentamente. Era a filha do casal segurando um ursinho de
pelúcia.
- Mãe?
No reflexo Kazgo joga o maxilar que estava em sua mão no
rosto da menina e salta por cima da cama, vai correndo até a porta e chuta de
forma bruta a menina que sai voando pelo pequeno corredor dos quartos e bate na
porta do banheiro que estava à frente.
A mulher vendo aquilo começa a se bater, tentando se livrar,
mas aos poucos vai perdendo a força. O assassino vai até a menina e a trás arrastada
pelas pernas até o quarto. Joga-a no pé da cama e começa a pisotear-la
agressivamente. Assim que termina, pega a menina já totalmente desconfigurada e
a coloca em cima da cama. Masturba-se até gozar sobre a carnificina e vai
embora.
Quando volta para
casa, Kazgo alimenta sua mãe como um cachorro, levando sua comida em tigelas e
obrigando-a a comer de joelhos. E os dias seguiram nesta rotina, de dia Kazgo fica
em casa sem fazer nada e a noite sai para roupar alguma mercadoria e matar uma
família inteira de forma aleatória.
Com tantos assassinatos em pouco tempo e de formas tão
cruéis como o da família Malders, um grupo de reportes vai à Esber verificar o
que está acontecendo.
Angelina Crux é a repórter responsável pela matéria. Ela
leva consigo um câmera e um redator, Mashivis e Brandão, respectivamente.
Depois de conversar com algumas pessoas acerca do que
poderia esta acontecendo, Angelina ficou sabendo sobre um “monstro” que era o
responsável dos assassinatos. Segundo a descrição das pessoas, este era um
homem que carregava a “máscara dos justos”, o símbolo maior de humilhação e
desrespeito que uma pessoa podia carregar na crença local. Sua pele era bastante pálida em contraste com
as pretas roupas que vestia. Uma faca longa e fina já marcada com o vermelho de
dor e agonia. Em suas costas trazia marcas de cicatrizes e cortes. Para os
moradores de fé, o assassino era um homem injustiçado que por não ter
conseguido provar sua inocência, negou sua Kal para poder ficar na terra como
um pesadelo.
Para os céticos e homens da policia tratava-se apenas de um
assassino muito bom.
ΨψψΨ
Em outra noite, Kazgo saiu para se satisfazer. Naquela
noite, ele foi até a casa de Dangía, uma mulher de 30 anos aproximadamente que
se mudou para Esber para estudar a religião local e poder completar seu TCC de
antropologia.
Se preparando para arrombar a porta, Kazgo vê um feixe de
luz ao longe e escuta barulhos de pneu rolando no asfalto. Correu para o jardim
nos fundos e se escondeu. O carro para
na frente da casa e saem dois homens e uma mulher. Angelina, Machivis e Brandão
estão esperando na frente da porta logo após tocarem a campainha. Kazgo os observa inclinando o corpo sobre a
parede.
A porta se abre e os três entram. Kazgo vai de novo pela
lateral da casa e enxerga através da janela. Os quatro, os reportes e a
antropóloga, estavam conversando na sala.
Kazgo corta o fio da chave central da caixa de energia. A
escuridão toma conta. Enquanto eles estavam murmurando sobre a queda de
energia, ligando e desligando os interruptores repetidamente, Kazgo entra na
casa pela porta, a tranca e pega a chave.
Era noite de lua nova e como não havia muitos postes na rua,
muito menos casa ali perto, tudo ficou no completo breu.
Mashivis que estava afastado do grupo sente uma mão
percorrendo seu pescoço, mas sem tempo para reação perde as forças cada vez
mais que a lamina entra em sua jugular. Morto, é deixado encostado na parede no
chão.
- Vou ver o que está acontecendo lá fora – fala em alto som
uma voz masculina, era Brandão indo em direção a porta. Todo o grupo se separa.
Angelina sobe as escadas e vai para o segundo andar. Dangía
vai para a cozinha.
A antropóloga ande vagarosamente, buscando não fazer
barulho, mas era ridículo. Suas pulseiras e acessórios de metal emitiam um
ruído gigantesco que cortava todo o silêncio. Kazgo agarra Dangia, cobrindo sua
boca com seu braço. Trava a faca na parte de trás de seu joelho e com uma força
descomunal arrasta a lamina para cima, estripando a coxa da mulher que cai.
Solta a faca que continua na carne sangrenta e rapidamente tira sua marreta de
seu cinto e começa a golpear a cabeça dela violentamente. O sangue ainda quente
da mulher espirra no torso de Kazgo. Depois de morta é largada no chão.
A parede da cozinha estava parcialmente destruída devido a
uma reforma que estava para ser concluída. Ali havia diversas ferramentas. Mas
uma marreta de duas mãos com cabo de borracha, encostada de pé na parede foi o
que chamou a atenção de Kazgo.
Brandão, quando ouviu um ruído estranho de corte e depois
mais outros de batidas, apertou o passo e chegou à porta. Seu desespero começou
a aumentar rapidamente quando suas tentativas de abri-la falharam. A madeira do
chão começou a ranger de forma rápida e pesada. Quando o senhor de meia idade,
de cabelos longos meio preto meio branco, virou-se perguntando por Angelina,
sua face foi totalmente destruída com uma brutal marretada dado por Kazgo que
já vinha em passos cruzados na lateral, trazendo consigo a marreta já em
posição de uso. Com tamanha violência a cabeça do homem quase se rasgou do
corpo, o qual foi atirado à porta arrombando-a.
O barulho de madeira se quebrando, ossos sendo amassados foi
estrondoso, o que assustou Angelina que correu para o banheiro, mas por azar
bateu a porta forte demais e fez com que Kazgo lembra-se de sua presença.
Quando ele subiu para o segundo andar não teve nenhuma dificuldade de encontrar
a mulher. Ela estava no único cômodo com a porta cerrada.
Em vez de arrombar a
porta, Kazgo fez um buraco na porta com sua faca longa e viu o que tinha lá
dentro por este. Assustada, gritou e denunciou sua posição atrás da porta.
- Hey Bonita! – gritou Kazgo
Kazgo pega impulso, arrebenta a porta e agarra Angelina.
- Você é linda demais para ser desperdiçada.
Kazgo solta Angelina, que cai sem força sentada no gelado
chão, e tira sem pênis para fora. Enquanto Kazgo a força a fazer sexo oral, ele
bate em seu rosto – Não chore – grita repetidamente. Angelina em dado momento
morde violentamente e começa e chacoalhar sua cabeça até tirar um pedaço de
pele e carne do corpo do prepúcio.
Com buracos nos lugares dos dentes, começa a sangrar, mas
como se não sentisse for dor, Kazgo ignora o machucado. Ele se afasta um pouco e começa a falar em
forma de discurso.
- Perante mim, tu não morrerás, pois as dores que sentirá a
partir de já estarão provando sua existência.
Kazgo rasga todas as roupas de Angelina e a amarra com algumas
correntes que estavam no chão ao lado da banheira. Rasga a pele da coxa
profundamente dela. “Descasca” a pele lentamente, deixando a carne viva à
mostra. Kazgo desce até a cozinha, bebe muita água e retorna para o banheiro
com sal, pimenta e limão. Ele retira a amordaça dela, segura-a pelo cabelo e
martela a boca dela até todos os dentes virarem pó. Coloca seu pau para fora de
novo e urina na boca de Angelina que gemia de dor. O cheiro é repugnante. Uma
mistura de sangue dele, do sangue dela, da urina e dos consecutivos vômitos
dela.
Quando termina,
recolhe o pau e pega seus objetos. Angelina não para de tossir e vomitar. Ele
pisa com suas pesadas e sujas botas sobre as coxas da jornalista. Ela está com
os punhos amarrados e com os braços para o alto, presos na porta-toalha.Ele joga o sal e a pimenta, e espreme o limão até o suco cair, tudo isso na carne viva das coxas da mulher. Angelina grita muito, mas o som é abafado com a mordaça, até perder a voz.
Como os cortes no seu pênis tinham sido profundos e o
sangramento não parava, ele não conseguia mais ter ereções e não poderia
estuprar Angelina novamente, então Kazgo coloca a vitima suspensa pelos braços
com a bunda para cima e começa a introduzir tudo que poderia entrar. O primeiro
o cabo de sua marreta de duas mãos no cu sem lubrificante ou “devagarzinho”.
Ela estava de joelhos com as pernas juntas. Depois ele quebrou e moeu o espelho
do banheiro, colocou em um pote de plástico que servia como saboneteira. Foi
até Angelina e despejou o pó de vidro dentro do cu dela. Introduziu o moedor de
pimenta do reino como um dildo na buceta e no meio da penetração ele joga a
pimenta no canal vaginal. E por fim, Kazgo ateia fogo nos pelos pubianos de Angelina
com o álcool do enxaguante bucal.
Kazgo reúne todos os corpos na sala de forma lineares um do
lado do outro. Decapitam todos e vasculha por informações nos documentos de
cada um. Procurando por resposta sobre Angelina, Kazgo descobre que ela é esposa
de Fausto Crux, dono do jornal Visão Mundial, o maior e mais rico jornal
daquela região. O assassino embrulha a cabeça da jornalista em uma sacola de
plástico, sai da casa, rouba o carro dos profissionais e volta para casa.
Enquanto ele retornava para casa, o sol começava a surgir no
horizonte. Como era inverno já deveria ser por volta das sete horas. Em casa,
Kazgo vai até o porão, mata sua mãe com pancadas de sua marreta de duas mãos.
Imundo de sangue toma um banho, veste seu único terno que era de seu pai. Pega
a cabeça de Angelina leva até a casa, embrulha em um papel de presente e coloca
em uma caixa amarrada com uma fita vermelha.
7h e 45 minutos, Kazgo sai de casa e vai aos correios da
cidade. Ele envia sua caixa com o bilhete:
“Caro senhor Crux
Devido
aos seus gatunos da verdade, minha vida e trabalho tiveram que ser
interrompidos. Graças a isso fui obrigado a reivindicar seu direito de poder
publicar algo sincero sobre o real acontecimento na casa da Senhorita Dangía
Marquês, Rua Santiago Di Mortuus, número 629, Esber. Espero que receba esta correspondência antes
que o comunicado dos federais. Sei do
choque que tal presente pode causar em sua vida, mas foi necessário para que o
senhor em um futuro próximo não me cause mais problemas. Agradecido.
“Ass:...”
Quando sai do
edifício, Kazgo já percebe uma movimentação na cidade. Ele entra no carro e sai
sem rumo deixando para trás seus crimes, sua culpa, sua real identidade, seu
nome e feitos. Kazgo, o injustiçado do protetor divino, como ficou conhecido
anos depois.
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